quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Propaganda Super Bowl - KIA :" A Dream Car. For Real Life."

Teaser da Kia: 5 horas segurando bandeira...


teaser (em inglês "aquele que provoca" (provocante), do verbo tease, "provocar") é uma técnica usada em marketing para chamar a atenção para uma campanha publicitária, aumentando o interesse de um determinado público alvo a respeito de sua mensagem, por intermédio do uso de informação enigmáticas no início da campanha. (Wikipedia)


Propaganda Super Bowl - The Force: Volkswagen Commercial

Não é merchan! O certo é Product Placement.

Estudos de Harvard constataram que cerca de 1.800 mensagens publicitárias tentam impactar um consumidor em um dia, sejam spots de rádio, outdoors, anúncios televisivos, pop-ups que a gente fecha em segundos etc. Destas 1.800, o consumidor é atingido apenas com 80, mas realmente lê e presta atenção em 15. Esses números impressionantes ratificam que existe hoje um verdadeiro bombardeio de mensagens nos consumidores. E não é preciso muita capacidade técnica para chegarmos a uma conclusão óbvia: uma pessoa normal simplesmente não consegue decodificar tamanho volume de informação. A nossa capacidade de absorção é limitada e cabe aos bem pagos profissionais que planejam essas mensagens o dever de minimizar esse desperdício de esforço e de dinheiro. Sim, o resultado disso é dinheiro na lata de lixo.
E diante desse bombardeio, as marcas não são bobas. Elas tentam nos impactar não somente nos espaços pré-reservados para publicidade, mas também dentro dos programas de televisão, nos filmes, nas novelas. O termo correto para classificar esse tipo de ação é o Product Placement, com uma tradução literal de "colocação de produto". O mercado brasileiro criou uma convenção para chamar essa ação de "merchandising" ou "merchan" para os íntimos, e todos chamam dessa forma, até mesmo a Rede Globo, quando sobem as letrinhas no final da novela, aparece lá "Merchandiging: Banco Itaú, Natura". Mas conceitualmente está errado, pois sabemos que merchandising é promoção no ponto-de-venda. Independente de como se queira chamar, essa é uma tendência cada vez mais forte. E é uma prática mais antiga do que se imagina. Dentro da novela Roque Santeiro de 1986 que o Canal Viva está reprisando, pode-se evidenciar inúmeros exemplos de Product Placement da Cerveja Antarctica, Postos Atlantic (marca que já faleceu) e Banco Itaú (que ainda não era laranja), nem tão bem feitos assim.
Logicamente esse é um dos espaços de mídia mais caros, pois impacta o consumidor de forma mais efetiva que a propaganda tradicional. Só que a negociação é árdua para se inserir uma marca dentro de uma novela tem que se obter a "benção" do protagonista da cena, do diretor e até do autor da novela. Há diretores que gostam, outros nem tanto. Anos atrás, a própria Rede Globo encomendou uma pesquisa qualitativa de "focus group" para avaliar como o telespectador percebe o Product Placement. Entre as várias conclusões da pesquisa, ela mostrou que o telespectador gosta e não acha mais isso tão intrusivo no contexto das cenas.
Sempre se fez esse tipo de prática publicitária, só que agora é feito de forma muito mais bem feita. Não conseguimos imaginar o filme Náufrago de Tom Hanks sem a clássica bola de vôlei da marca Wilson. Para esses exemplos em que a marca ganha muito evidência o Product Placement é chamado de "Brand Entertainment". A Wilson injetou milhões de dólares ali, só que nesse caso foi feito de forma meio mal planejada: o foco de vendas da marca Wilson são bolinhas de tênis, não de vôlei, e eles sofreram para atender a absurda demanda por bolas de vôlei que o filme gerou. A marca Fedex ali fez um trabalho mais bem feito.
O premiado filme "The Girl with the Dragon Tattoo" com Daniel Craig, e que deve abocanhar algumas estatuetas no Oscar desse ano, trouxe de forma sublime estratégias de Product Placement muito bem elaboradas dentro da trama. No começo do filme, o personagem Mikael (vivo por Craig) pede um "Marlboro Red" em um café e depois traga o cigarro com cara de quem aprovou o blend. O buscador Google (sim, Google é marca de buscador, certo?) é usado o tempo todo pelos personagens, que sempre trabalham com MacBooks Air da Apple. Além de latas de Coca-Cola e o McLanche Feliz que sempre eram consumidos pela atriz principal, a decidida personagem Lisbeth. Tudo de forma cirúrgica, sutil e nada forçado.

Fonte: www.administradores.com.br


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

SPFW - Desfile com roupas de malhas sustentáveis.

Uma linha de malhas sustentáveis, produzidas com resíduos da indústria têxtil e de garrafas PET, foi uma das atrações do último dia do São Paulo Fashion Week 2012.
Desenvolvido pela EcoSimple, o produto foi apresentado durante o desfile da coleção masculina do estilista Alexandre Herchcovitch
A base do tecido criado pela empresa são as aparas descartadas nas confecções. Essas sobras de cortes são recolhidas, catalogadas e separadas por cor. As tonalidades são obtidas através das cores originais dos resíduos reciclados, aproveitando a coloração natural das fibras sem o uso de corantes, produtos químicos e água no processo fabril.
Neste processo, as sobras de tecidos voltam ao estado natural de fibra e são acrescentadas as fibras de garrafas PET, para dar maior resistência, e depois passam pela tecelagem na qual a fibra vira tecido novamente.
Cada metro fabricado dentro deste modelo elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas PET do ambiente.
A tecnologia desenvolvida já proporcionou importantes premiações à empresa, entre elas o Prêmio Planeta Casa 2010, Prêmio Idea Brasil 2011 e GreenBest 2011. Neste ano, a empresa está novamente entre os Top 10 da edição 2012 do GreenBest.


Fonte: Jornal do Comércio – RS 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

MARKETING VERDE

ECOCLÁSSICO GRE-NAL NOS ESTÁDIOS

Nem vermelho, nem azul.

No clássico dos estádios a vitória é do VERDE.

A dupla Gre-Nal busca certificados de viés sustentável para seus estádios, seguindo uma tendência global das praças esportivas comprometidas com o ambiente.

Prevista para ser inaugurada em dezembro de 2012, a Arena do Grêmio almeja figurar em uma lista que reúne 44 praças esportivas pelo mundo, sendo 41 delas nos Estados Unidos.
São ginásios e estádios, de pequeno e grandes portes, certificados com o selo americano LEED, que reconhece construções com menor impacto ambiental.

A certificação LEED é um selo concedido pelo Green Building Council (GBC) que atesta construções sustentáveis. A certificação é dividida em quatro níveis (básico, prata, ouro e platina) e tem pontuações que variam de 40 pontos – mínima - a 110 pontos - máxima.
Os critérios estão relacionados a cinco categorias: eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna e espaço sustentável.

Ao se candidatar a certificação, o Grêmio quer oferecer ao torcedor e aos futuros investidores a garantia de que o complexo  será um empreendimento verde.

No Brasil, apenas o ginásio Centro de Desenvolvimento Esportivo Bradesco, em Osasco – SP, possui o selo.

Já o Beira-Rio, seguirá o caminho verde dos outros 11 estádios do mundial, pois já aplica conceitos verdes na sua reforma e também procura a certificação.


Fonte: Zero Hora

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Qual a diferença entre Pós, MBA e Mestrado?

Num mercado cada vez mais competitivo e acirrado, ter uma graduação já não é suficiente para os profissionais terem o destaque e o sucesso profissional desejado.
Mais do que nunca é preciso considerar que a graduação é apenas o começo da vida acadêmica e procurar se especializar em alguma área passa a ser essencial.
É neste momento de buscar uma especialização, que a maioria dos recém graduados fica na dúvida de qual pós-graduação fazer (Pós, MBA ou Mestrado?).
Muitas pessoas acreditam que todas são a mesma coisa e acabam escolhendo mal, pois não entendem a proposta de cada curso, mas, acreditem, elas são bem diferentes.
Segundo a Anamba – Associação Nacional de MBA - o MBA é destinado a profissionais que tenham três ou mais anos de experiência em cargos de tomada de decisão e de liderança em equipes. Por isso, é uma opção desaconselhada para profissionais recém-formados e para quem busca aprofundar seus conhecimentos em uma área específica da empresa ou do mercado de trabalho, cuja melhor opção seria uma especialização.
Já o mestrado deve ser a opção de quem tem ambições acadêmicas (professor, pesquisador, etc.)
Para tentar clarear mais esta discussão, é preciso entender que existem dois tipos de pós graduação, a Lato Sensu e a Stricto Sensu.

LATO SENSU – corresponde aos cursos de especialização. São cursos voltados para o aperfeiçoamento e atualização do profissional. São destinados a quem quer se aprofundar em uma área, com a intenção de trabalhar nela.

MBA – Master in Business Administration – em português significa, mestre em administração de empresas. Apesar do nome, o MBA não é um mestrado. No Brasil é considerado um curso de especialização, latu sensu, porque é voltado para a prática profissional. Esse curso geralmente é procurado por profissionais que já estão no mercado e que querem melhorar seus conhecimentos nas áreas de gestão e negócios, para se formarem executivos. Tem duração média de 360 a 480 horas/aula.

Especialização – são os cursos destinados a quem deseja se especializar em determinada área, bem específica, que pode estar ou não relacionada à primeira graduação. Por exemplo, quem se forma em Administração pode fazer especialização em administração pública, hoteleira, de empresas, hospitalar, etc. Em geral, esse tipo de curso é procurado por profissionais que entram em uma nova área e querem focar seus conhecimentos ou por aqueles que gostam muito de uma área e se especializam para conseguir entrar no mercado de trabalho.
Tem a duração média menor que uma MBA, em média 360 horas/aula.

STRICTO SENSU – são os cursos voltados para pesquisa e estudo das teorias de uma determinada área. São destinados à formação científica e acadêmica, ou seja, são mais indicados a quem pretende seguir a carreira acadêmica, como professor, ou científica, como pesquisador. Dentro dessa modalidade, estão os cursos de mestrado e doutorado.

Mestrado – é um curso onde o objetivo é estudar e dominar um assunto específico dentro de um tema. Para isso, o aluno deve produzir uma dissertação sobre seu assunto de interesse. É mais procurado por quem quer ser professor ou pesquisador, mas também pode ser feito por quem deseja ampliar seus conhecimentos para ter uma melhor formação no mercado de trabalho.
Tem duração média de 24 a 30 meses.

Doutorado – geralmente é feito após a conclusão do mestrado. O objetivo é formar pesquisadores, por isso o aluno deve produzir uma tese, para provar alguma idéia que possa contribuir para o crescimento de uma determinada área de conhecimento.
Para fazer a escolha certa, além de entender em qual das modalidades o seu perfil mais se encaixa, é preciso fazer uma pesquisa detalhada entre as instituições de ensino e o corpo docente que irá ministrar a pós-graduação que você irá escolher.
Procure instituições conhecidas, que sejam membros de associações internacionais, com professores mestres e doutores, formados em instituições igualmente de primeira linha.
Desta maneira você estará fazendo um investimento na área certa e em uma instituição que deixará seu currículo cada vez mais requisitado pelo mercado.
O retorno é garantido.

Fontes: empregos.com.br
Jornal Carreira & Sucesso – Catho On Line